quinta-feira, 6 de junho de 2013

Fato real de um dos personagens fictícios meus:

"- Cheguei morto de cansaço em casa e tudo o que mais queria era um banho bem gostoso e a minha cama (se não tivesse olhado o rosto de tristeza e seus respectivos olhos inchados de tanto chorar do meu amor). Segundo o meu amor, "não era nada" e que o mesmo queria ficar sozinho. Respeitei sua vontade. Fui na cozinha, tomei um copo de água, peguei minha toalha e fui tomar meu banho.

Entre um sabonete líquido na axila esquerda à uma esponja esfregando em minhas pernas, comecei a pensar em meu amor. Porque é engraçado, sempre que nos é oferecido companhia e uma boa dose (tripla) de carinho, falamos que queremos ficar sozinho. Tudo manha, quando na realidade o que queremos naquela horinha ali é um peito pra encostar, uma mão passando e acariciando nossa cabeça seguido de um beijo bem demorado e respeitoso (porque eu acho respeitoso) na testa. Me enxuguei, coloquei meu pijama e antes de cair no décimo sono, dei um abraço bem generoso e uma 'bitoquinha' em meu amor, que ainda continuava calado e sombrio.

Nem sei de fato o que aconteceu com meu amor e pra falar a verdade, nem sei se quero saber de imediato porque talvez o mesmo iria me contar, visto que temos uma relação bem construída e sólida. E sabe, por mais que dissesse que não, a minha única vontade era de coloca-lo em meu colo e começar a fazer carinhos, tipo esses carinhos que nossos pais nos dão enquanto criança. Dormimos.

Na manhã seguinte, acordei e percebi que meu amor havia dormido em cima de mim e me lembrei no mesmo instante, que fomos dormir cada um para o seu lado na cama. Olhou para mim com o seu melhor sorriso. Ganhei meu dia."

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Propagandas.

"- No âmbito da cultura de consumo contemporânea, o corpo, as roupas, o discurso, as preferências de comida e bebida, o carro e as opções de férias são vistos como indicadores da individualidade, do gosto e do senso estético do proprietário consumidor", esse foi o tema da minha dissertação de "Introdução À Publicidade".

Digamos que independente do pensamento de qualquer indivíduo, a propaganda mexe com a nossa cabeça. Seja de carro, celular, eletrodoméstico e etc.
Isso ocorre devido as mídias, de como ela ta sendo propagada e também até nós mesmos fazemos a propaganda de algum produto, sendo ele bom ou ruim. E ultimamente vem se esquecendo conceitos e noções de classes antigas, ocorrendo então, um crescente desuso.
Mas claro, isso vai de pessoa pra pessoa. De repente alguém que comprou um produto pode esta se arrependendo com o passar do tempo, e outra que comprou o mesmo produto, deve esta adorando. Assim funciona também na propaganda: uns gostam e outros não.
Sem falar que comentando sobre tal produto ou não, acaba também gerando status. O bom exemplo é o celular. Antigamente ele era aquele "tijolão", que tinha como serventia, somente a ligação. Hoje, ele esta ligado à Status. Se alguém tem tal celular então é porque ela é rica ou porque ela de algum modo, quer se encaixar na moda, quer ser bem vista... status que nós mesmos criamos e que vem crescendo a cada dia.
O que ta acontecendo é que a propaganda vem estabelecendo uma imposição de um sistema de valores. E seu objetivo vem dando certo: o consumo.

quinta-feira, 28 de março de 2013

IMPORTÂNCIA.

Como somos carente de importância, não é mesmo? Somos loucos por importância. Ser notado. Ser visto. Ser lembrado. Ser importante. E quando não temos essa devida importância de alguém, parece que o mundo cai. Para. Parece que nada mais serve pra você. Faz você sentir-se (às vezes) um ninguém.

Bom é quando há aquela troca de palavras, aquela conversa com alguém que te deixa, de um certo modo, mais feliz com a vida. Resumindo, deixa seu dia diferente. Diferente... essa é a palavra. Aquela coisa que sempre falamos: "Não sei explicar... mas, de algum modo, isso me faz bem."

Porém nem todos os dias são flores. Muito ruim quando não existe a tal flexibilidade, a troca de informações... a devida não importância. Meio que o assunto foi colocado sobre a mesa, mas o garçom veio, levou o prato ainda cheio para ser descarregado na cozinha e a pessoa nem se quer se deu conta (nem quando foi colocado e nem quando foi levado).

Convenhamos que é estranho. Porque quando é o contrário nós nos damos, nos entregamos, nos disponibilizamos à escutar ou ler algo sobre a pessoa. Mas quando precisamos e não há aquela torna, ficamos encucados em saber o motivo e isso consome a mente de qualquer um.

Quando isso ocorre, uns procuram à não mais procurar aquela pessoa pra conversar. Já outros, esperam o tempo passar e pôr em pauta com a pessoa, o ocorrido. Mas tememos que isso leve a amizade à ficar mais enfraquecida... mas amigo que é amigo, entenderá a nossa posição, compreenderá a situação e passará a ter mais cuidado, pra aquele assunto pequeninho não passar mais despercebido.

É como me acostumei a pensar: pessoas estão acostumadas em receber, mas na hora de dar... 

sábado, 7 de julho de 2012

Picuinhas (?)

Olha  eu não sei mesmo sobre  vocês mas, eu sou desses que mudo muito com certas pessoas devido ao seus comportamentos - deixando claro, comportamentos que













não engulo, como  por
exemplo... não saber ouvir, pensar que aquilo o que ela acha estar certo e acabou, o modo como se fala, as palavras ditas, tudo isso acaba interferindo a minha relação com alguém que por ventura, vem à ser assim.
E como todo um bom lar, sempre há briguinhas e intrigas por besteiras e que acabamos falando coisas que nem em sã consciência, não falaríamos pra qualquer um. Dai acabamos ficando tristes, arrependidos, cria um clima não muito legal quando se estar próximo da pessoa... isso mesmo, isso acontece constantemente em minha casa - risos.
Mas... por mais que estejamos com muita raiva da pessoa, parece que aquele carinho no coração não some. O tal afeto, quando algo de ruim acontece com o ser e você fica fragilizado mas que tem medo de expressar o quanto que você estar sentido pela situação... E quando o tempo passa, você acaba demonstrando isso com uma lágrima deixando escorrer pelo rosto o quanto que você esta preocupado.
É agora que eu me pergunto: "Porque, essa mágoa besta?".
Talvez eu devesse mesmo é agir e ir com calma nas coisas, não ficar quebrando a cabeça ou brigando por coisa que na verdade, é insignificante... essa semana pra mim foi pesada, mas acho que tirarei dela um bom proveito.  Crescer mais como pessoa, talvez... mas meu coração é grande e sensível, então eu acho que sobre isso, tirarei de letra.


domingo, 1 de julho de 2012

Melhor não ter título, rs.

Te dizer que essa vida de sozinho/solteiro tem suas vantagens. De você parar e começar a se centrar no que você esta pretendendo fazer... de preparar a nossa vida. Confessar também que é chato quando nos encontramos em uma rodinha que no qual, todos os indivíduos comparecidos no local, tem o seu par, o seu amor, "mozão" ou qualquer outro tipo de nome dado ao ser pelo qual se estar apaixonado.
Mas sei também que quando se tem alguém ao lado, parece que o mundo e todas as suas visões mudam - frase clichê, não? Tão clichê, que todos acham e diz a mesma coisa. Ter alguém pra contar qualquer coisa, aquele abraço quando se esta em dias de chuva ou até mesmo, um abraço inesperado. Aquela publicação/tweet deixado "pelo ar" que dar à entender que é pra você, mostrando o quanto que ela(e) esta ali, pensando em você. O presentinho inesperado por ter passado em tal loja e só de ver, de cara, se lembrou da pessoa que ama...
Já tive uma prévia de tudo isso, claro, antigamente. Hoje? Eu apenas espero... aquela certeza de que tem algo guardado e feito só pra mim... sacas?

sábado, 21 de abril de 2012

Sorria


...mesmo quando seu coração esteja doendo ou quando ele se encontra "quebrado". Mesmo em dias abertos ou chuvosos. Aproveita, porque o tempo não volta. É de certeza que você vai conseguir.

Dê um sorriso por cima da sua dor, da sua tristeza. É clichê, mas certas pessoas iluminam o lugar devido ao seu sorriso. Faça isso, talvez você verá o sol brilhar totalmente para você. Esconda qualquer traço de tristeza mesmo quando uma lágrima possa estar prestes à cair.

Qual é a utilidade do choro? Você vai descobrir que a vida ainda vale à pena, dando-se um sorriso.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Queria.

"Queria que eu fosse a sua pessoa favorita, à que você pensasse que eu sou sua razão de estar no mundo, à do seu sorriso preferido... até na maneira de me vestir, eu queria que fosse o seu estilo preferido. Às vezes, queria que você não me entendesse muito, mas que também procurasse saber a pessoa que eu sou.

Queria muito que você segurasse a minha mão quando eu estivesse meio chateado. Que você nunca esquecesse o meu olhar quando nos vimos pela primeira vez... queria que tivesse uma marquinha na pele de que você gostasse, assim, secretamente. Porque estaria num lugar escondido onde ninguém poderia ver. Resumindo: eu queria que você me amasse.

Queria que você me precisasse, queria que você entendesse que quando eu pedisse dois torrões de açúcar, na verdade eu queria três... 
queria que sem mim, o seu coração se partisse. Queria que sem mim, você passasse toda suas noites acordado, que você não pudesse comer...queria ser a última coisa em que você pensasse antes de dormir.
Tudo que eu sei, é que você é a coisa mais adorável que já vi. Queria levar isso adiante, ver se podemos ser alguma coisa."

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Texto adaptado da música "Nicest Thing", da Kate Nash, encontrado em seu CD "Made Of Bricks".
Não coloquei uma foto, porque esse texto já faz você criar uma imagem, um desenho. E sobre essa imagem, nada passa de uma coisa pessoal, uma imagem sua. Sobre o contexto... sem explicações.