"- Cheguei morto de cansaço em casa e tudo o que mais queria era um banho bem gostoso e a minha cama (se não tivesse olhado o rosto de tristeza e seus respectivos olhos inchados de tanto chorar do meu amor). Segundo o meu amor, "não era nada" e que o mesmo queria ficar sozinho. Respeitei sua vontade. Fui na cozinha, tomei um copo de água, peguei minha toalha e fui tomar meu banho.
Entre um sabonete líquido na axila esquerda à uma esponja esfregando em minhas pernas, comecei a pensar em meu amor. Porque é engraçado, sempre que nos é oferecido companhia e uma boa dose (tripla) de carinho, falamos que queremos ficar sozinho. Tudo manha, quando na realidade o que queremos naquela horinha ali é um peito pra encostar, uma mão passando e acariciando nossa cabeça seguido de um beijo bem demorado e respeitoso (porque eu acho respeitoso) na testa. Me enxuguei, coloquei meu pijama e antes de cair no décimo sono, dei um abraço bem generoso e uma 'bitoquinha' em meu amor, que ainda continuava calado e sombrio.
Nem sei de fato o que aconteceu com meu amor e pra falar a verdade, nem sei se quero saber de imediato porque talvez o mesmo iria me contar, visto que temos uma relação bem construída e sólida. E sabe, por mais que dissesse que não, a minha única vontade era de coloca-lo em meu colo e começar a fazer carinhos, tipo esses carinhos que nossos pais nos dão enquanto criança. Dormimos.
Na manhã seguinte, acordei e percebi que meu amor havia dormido em cima de mim e me lembrei no mesmo instante, que fomos dormir cada um para o seu lado na cama. Olhou para mim com o seu melhor sorriso. Ganhei meu dia."
Pensamento forte, assíduo, bom captador e com mente aberta. Publicitário em andamento, músicas, séries, CD's, DVD's e ventríloquo na horas vagas.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Propagandas.
"- No âmbito da cultura de consumo contemporânea, o corpo, as roupas, o discurso, as preferências de comida e bebida, o carro e as opções de férias são vistos como indicadores da individualidade, do gosto e do senso estético do proprietário consumidor", esse foi o tema da minha dissertação de "Introdução À Publicidade".
Digamos que independente do pensamento de qualquer indivíduo, a propaganda mexe com a nossa cabeça. Seja de carro, celular, eletrodoméstico e etc.
Isso ocorre devido as mídias, de como ela ta sendo propagada e também até nós mesmos fazemos a propaganda de algum produto, sendo ele bom ou ruim. E ultimamente vem se esquecendo conceitos e noções de classes antigas, ocorrendo então, um crescente desuso.
Mas claro, isso vai de pessoa pra pessoa. De repente alguém que comprou um produto pode esta se arrependendo com o passar do tempo, e outra que comprou o mesmo produto, deve esta adorando. Assim funciona também na propaganda: uns gostam e outros não.
Sem falar que comentando sobre tal produto ou não, acaba também gerando status. O bom exemplo é o celular. Antigamente ele era aquele "tijolão", que tinha como serventia, somente a ligação. Hoje, ele esta ligado à Status. Se alguém tem tal celular então é porque ela é rica ou porque ela de algum modo, quer se encaixar na moda, quer ser bem vista... status que nós mesmos criamos e que vem crescendo a cada dia.
O que ta acontecendo é que a propaganda vem estabelecendo uma imposição de um sistema de valores. E seu objetivo vem dando certo: o consumo.
Digamos que independente do pensamento de qualquer indivíduo, a propaganda mexe com a nossa cabeça. Seja de carro, celular, eletrodoméstico e etc.
Isso ocorre devido as mídias, de como ela ta sendo propagada e também até nós mesmos fazemos a propaganda de algum produto, sendo ele bom ou ruim. E ultimamente vem se esquecendo conceitos e noções de classes antigas, ocorrendo então, um crescente desuso.
Mas claro, isso vai de pessoa pra pessoa. De repente alguém que comprou um produto pode esta se arrependendo com o passar do tempo, e outra que comprou o mesmo produto, deve esta adorando. Assim funciona também na propaganda: uns gostam e outros não.
Sem falar que comentando sobre tal produto ou não, acaba também gerando status. O bom exemplo é o celular. Antigamente ele era aquele "tijolão", que tinha como serventia, somente a ligação. Hoje, ele esta ligado à Status. Se alguém tem tal celular então é porque ela é rica ou porque ela de algum modo, quer se encaixar na moda, quer ser bem vista... status que nós mesmos criamos e que vem crescendo a cada dia.
O que ta acontecendo é que a propaganda vem estabelecendo uma imposição de um sistema de valores. E seu objetivo vem dando certo: o consumo.
quinta-feira, 28 de março de 2013
IMPORTÂNCIA.
Como somos carente de importância, não é mesmo? Somos loucos por importância. Ser notado. Ser visto. Ser lembrado. Ser importante. E quando não temos essa devida importância de alguém, parece que o mundo cai. Para. Parece que nada mais serve pra você. Faz você sentir-se (às vezes) um ninguém.
Bom é quando há aquela troca de palavras, aquela conversa com alguém que te deixa, de um certo modo, mais feliz com a vida. Resumindo, deixa seu dia diferente. Diferente... essa é a palavra. Aquela coisa que sempre falamos: "Não sei explicar... mas, de algum modo, isso me faz bem."
Porém nem todos os dias são flores. Muito ruim quando não existe a tal flexibilidade, a troca de informações... a devida não importância. Meio que o assunto foi colocado sobre a mesa, mas o garçom veio, levou o prato ainda cheio para ser descarregado na cozinha e a pessoa nem se quer se deu conta (nem quando foi colocado e nem quando foi levado).
Convenhamos que é estranho. Porque quando é o contrário nós nos damos, nos entregamos, nos disponibilizamos à escutar ou ler algo sobre a pessoa. Mas quando precisamos e não há aquela torna, ficamos encucados em saber o motivo e isso consome a mente de qualquer um.
Quando isso ocorre, uns procuram à não mais procurar aquela pessoa pra conversar. Já outros, esperam o tempo passar e pôr em pauta com a pessoa, o ocorrido. Mas tememos que isso leve a amizade à ficar mais enfraquecida... mas amigo que é amigo, entenderá a nossa posição, compreenderá a situação e passará a ter mais cuidado, pra aquele assunto pequeninho não passar mais despercebido.
É como me acostumei a pensar: pessoas estão acostumadas em receber, mas na hora de dar...
Bom é quando há aquela troca de palavras, aquela conversa com alguém que te deixa, de um certo modo, mais feliz com a vida. Resumindo, deixa seu dia diferente. Diferente... essa é a palavra. Aquela coisa que sempre falamos: "Não sei explicar... mas, de algum modo, isso me faz bem."
Porém nem todos os dias são flores. Muito ruim quando não existe a tal flexibilidade, a troca de informações... a devida não importância. Meio que o assunto foi colocado sobre a mesa, mas o garçom veio, levou o prato ainda cheio para ser descarregado na cozinha e a pessoa nem se quer se deu conta (nem quando foi colocado e nem quando foi levado).
Convenhamos que é estranho. Porque quando é o contrário nós nos damos, nos entregamos, nos disponibilizamos à escutar ou ler algo sobre a pessoa. Mas quando precisamos e não há aquela torna, ficamos encucados em saber o motivo e isso consome a mente de qualquer um.
Quando isso ocorre, uns procuram à não mais procurar aquela pessoa pra conversar. Já outros, esperam o tempo passar e pôr em pauta com a pessoa, o ocorrido. Mas tememos que isso leve a amizade à ficar mais enfraquecida... mas amigo que é amigo, entenderá a nossa posição, compreenderá a situação e passará a ter mais cuidado, pra aquele assunto pequeninho não passar mais despercebido.
É como me acostumei a pensar: pessoas estão acostumadas em receber, mas na hora de dar...
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